RUAS DAS GAIVOTAS, 12 (A CASA DE MAFI)
É uma casa toda branca
feita de pedra e de amor,
tijolo, telha, bom-gosto...
Vou levá-la pr’onde eu for!
No terreno da memória
ela estará sempre erguida.
E o vento que nela bate
vai refrescar minha vida
em qualquer outra cidade
por onde eu for passear.
Nos seus espaços abertos
para sempre vou morar.
Casa de Coca e Camila,
casa do primo MaFi,
onde mora a amizade
e bons momentos vivi.
É a casa de MaFi
na ilha de São Luís!
Casa que também é minha
porque nela fui feliz.
É uma casa toda branca
feita de pedra e de amor,
tijolo, telha, bom-gosto...
Vou levá-la pr’onde eu for!
No terreno da memória
ela estará sempre erguida.
E o vento que nela bate
vai refrescar minha vida
em qualquer outra cidade
por onde eu for passear.
Nos seus espaços abertos
para sempre vou morar.
Casa de Coca e Camila,
casa do primo MaFi,
onde mora a amizade
e bons momentos vivi.
É a casa de MaFi
na ilha de São Luís!
Casa que também é minha
porque nela fui feliz.
SONETO DOS QUARENTINHA
Para Marco Aurélio Estrela, com música de Bob Dylan
Com atraso de um dia,
te mando meu grande abraço.
Mas vai com a mesma alegria,
fora do tempo e do espaço.
Vai no tempo da saudade
e num espaço sem tamanho,
que é aquele da amizade,
que não sabe o que é tacanho.
Só sabe o que sempre dura,
que do fim sempre se isenta,
pois não tem carne nem sangue.
Primo-irmão, Grande Figura!
Mesmo na casa dos enta,
que sejas forever young.
Para Marco Aurélio Estrela, com música de Bob Dylan
Com atraso de um dia,
te mando meu grande abraço.
Mas vai com a mesma alegria,
fora do tempo e do espaço.
Vai no tempo da saudade
e num espaço sem tamanho,
que é aquele da amizade,
que não sabe o que é tacanho.
Só sabe o que sempre dura,
que do fim sempre se isenta,
pois não tem carne nem sangue.
Primo-irmão, Grande Figura!
Mesmo na casa dos enta,
que sejas forever young.
ADÉLIA
Adélia da Tate
Adélia de Pati
Adélia da Denise
e até de mim
Adélia velha amiga
comigo até aqui
Adélia de Belém
Adélia de Pati
Amiga além do tempo
no Rio que sempre flui
igual e diferente
do que ela foi e fui
E aqui estamos nós
no encontro de agora
nos mesmos nós atados
por esta vida afora
Mas súbito aflora
a síntese que faz
de além de nós dois
nós sermos muito mais
Adélia da Tate
Adélia de Pati
Adélia da Denise
e até de mim
Adélia velha amiga
comigo até aqui
Adélia de Belém
Adélia de Pati
Amiga além do tempo
no Rio que sempre flui
igual e diferente
do que ela foi e fui
E aqui estamos nós
no encontro de agora
nos mesmos nós atados
por esta vida afora
Mas súbito aflora
a síntese que faz
de além de nós dois
nós sermos muito mais
ONDE ANDA EDILA MARTA?
Em que São Paulo, em que Rio?
Parece que um pouco farta
dos tempos duros, sumiu
dos amigos que a amam
e dela sentem saudade.
Mas saiba: todos te chamam
de volta a esta cidade
que não tem prédio nem rua,
que é feita só de amizade.
Volta, Edila, que é tua
toda a felicidade
que a vida guarda pra ti.
Tempos de cão? Pode ser.
Mas o tempo passa, e aí
tudo pode acontecer!
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